segunda-feira, 23 de julho de 2007

Amor: a razão de viver ou o remédio das dores?

Procurar inspirar amor, eis a definição de namoro e se apaixonar é essencial para que este aconteça. O namoro faz bem à saúde, à mente, ao físico. Um romance faz com que o estresse do cotidiano seja deixado de lado, ou ao menos diminuído. A sensação de gostar de alguém trás felicidade, alegria, companhia, além de elevar a auto-estima e causar o bom frio na barriga. São raros os romances duradouros, que podem ser contados às gerações, isto se dá ao fato de problemas do dia-a-dia interferirem no sentimento, e ambos não conseguem controla-los, assim como o estresse, a impaciência, o ciúme, a indiferença e até em alguns casos, a falta de dinheiro. Esse forte sentimento pode sim ser avassalado, mas ele quando surge, invade por inteiro o ser atingido, contamina como uma doença provoca adrenalina e sensações de prazer, satisfação. Seria este um sentimento real? Seria uma invenção para ajudar a levar a vida, ou este existe realmente para ajudar a enfrentar os problemas? Seria somente físico, ou psicológico? Teria fim ou não? Um caminho de saída, uma fuga do cotidiano? Seria talvez apenas o fato de se ter uma companhia,? Alguém para dividir alegrias, compartilhar tristezas e descontar raivas? Realmente uma questão complicada e de difícil compreensão. Ambas as partes, científica e psicológica tem a sua versão explicativa para o amor, mas seja esta qual for, esse sentimento com certeza faz com que a pessoa apaixonada, enamorada, se sinta melhor, com si mesmo e com a vida, acompanhada e protegida. É um sentimento que fortalece, renova. A conclusão é esta, um sentimento que ajuda a enfrentar os problemas da vida não pode ser de origem ruim, e nem ter surgido à toa, seja qual for a explicação. Viva, se apaixone, namore, riam juntos, chorem juntos, briguem e depois se abracem, se sintam, se envolvam, isso fortalece o ser humano.



Até mais!!!

Andressa Andreoti

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